sexta-feira, 22 de maio de 2009

Grande unificação graceliana por interações física e produção de energia – física, química, astronomia, cosmologia, cosmofísica.

EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
QUÍMICA E ASTROQUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE FISICA NUCLEAR E DOS ASTROS POR POTENCIAL DE ENERGIA PROCESSADA.
TEORIA UNIFICADORA.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Trabalho apresentado a SECT – ES BRASIL.
FAPES – ES . BRASIL.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.

Colaborador – Márcio Piter Rangel

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.

EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

Os elementos químicos se formam a partir de suas fases, uma de intensas interações fisicas, altas temperaturas, com fusões, decaimentos, fissões, e radiações, e outra a fase é o envelhecimento natural e eterno.

Estas duas fases formam os elementos chamados leves, e os chamados pesados, saindo de fases de instabilidade até fases de estabilidade nos chamados pesados, ou seja, eles se formam por processos instantâneos e evoluem por fases infinitas.

A primeira fase, a chamada fase da instabilidade ocorre principalmente no interior dos astros, aonde pode ser fundidos elétrons, átomos, hidrogênio, ferro, chumbo, tório, e outros, onde passaram por fases de radiação, e desprendimento de energia no espaço.

Os elementos químicos evoluem de leves à pesados, e dos instáveis em estáveis, e a formação maior ocorre no interior das estrelas, onde átomos soltos se aglutinam e se transformam em elementos químicos.

Assim, os elementos químicos são produtos de fases o de origem inicial, onde são fundidos inicialmente por fusões nucleares espontâneas no interior dos astros, onde átomos livres são aglutinados por intensas temperaturas e fusões nucleares, e que com o passar do tempo passam a evoluir, passam de elementos leves e instáveis, a intermediários, como ferro, neônio, silício, e outros, até aos estáveis.

SOBRE A QUANTIDADE DOS ELEMENTOS QUÍMICOS SOBRE A TERRA.

Não existe uma reta na quantidade dos elementos porque depende de fases de processamentos de energia sobre a Terra, e estes processamentos não foram lineares, com fases de maior e menor processamento e intensidade de energia.

Por isso que mesmo os elementos evoluindo, esta evolução e desenvolvimento não foram lineares, e por isto os elementos não seguem uma reta na sua quantidade sobre a Terra, uns mais abundantes que outros.

Vê-se que elementos químicos como o urânio, e o tório, com maior número atômico, existe em menor quantidade e se encontram fora de intensa temperatura, e produzem radiação.

CONCLUSÃO.

Vê-se que a abundancia dos elementos químicos não é linear, porque os elementos químicos para serem formados e evoluídos dependem de fases de intensas interações fisicas, altíssimas temperaturas, e fases de evolução.

Vê-se também que mesmo na formaçao dos planetas, obedecendo a uma progressão, ela não é linear. Por isto que os elementos precisam passar cada fase e nas condições especificas para chegar a ser o próximo elemento.

Pois a natureza não é a mesma e sempre está mudando, e vemos que a Terra que era ontem não é hoje, como também o Sol. Estão esfriando, processando e perdendo energia e radiação.

ELEMENTOS COMO HIDROGÊNIO HÉLIO, LEVES SÃO MAIS ABUNDANTES.

E LÍTIO, BORO, E BERÍLIO SEMILEVES SÃO MENOS ABUNDANTES.

E CARBONO, OXIGÊNIO, FERRO INTERMEDIÁRIOS SÃO MAIS ABUNDANTES.

E PESADOS COMO CHUMBO, TÓRIO, URÂNIO SÃO OS MENOS ABUNDANTES.

Assim, vê-se que os elementos químicos passam por fases adversas e próprias para a sua formação e isto que faz com que exista esta diferença na abundancia na escala dos elementos.

Assim, existem os elementos formados por intensa produção de energia e fusões em altas temperaturas, os instantâneos, e os evoluídos com o passar do tempo.

Como já foi citado anteriormente vemos que o brilho das estrelas está ligado a altas temperaturas e interações de fusões e de decaimentos, onde os elementos químicos são formados e evoluídos, e onde os astros são acelerados em sua dinâmica e evoluídos em sua constituição química.

PORÉM, A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS E SUA EVOLUÇÃO DEPENDEM DE CONDIÇÕES DE FUSÕES, FISSÕES, PRESSÃO INTERNA ONDE OS ELEMENTOS SE ENCONTRAM EM FORMAÇÃO E EVOLUÇÃO, E TEMPERATURA E RADIAÇÃO RECEBIDA EXTERNAMENTE.

Assim, tempo de vida de um astro está registrado no seu núcleo e no seu exterior. Pois é no núcleo e no exterior que os elementos são produzidos e evoluídos vagarosamente na estrutura média e externa do astro.

Vê-se que a química do universo não é produto de um só instante numa grande explosão, é produto de um processo lento de formação de aglutinação e desprendimento de átomos.

Logo se constata que o universo como um todo também é produto desta formação lenta, pois num só momento não seria possível aglutinar diversas quantidades de átomos para formar elementos químicos diversos. Assim os elementos químicos, como o universo é um processo de evolução.

Assim, o mesmo fenômeno – fusões, fissões, altas temperaturas, radiação e variação térmica - que produz os elementos químicos também produzem a dinâmica e órbita dos astros, produz campo, calor, radiação, luz e evolui o próprio cosmo.

ASTROQUÍMICA.

Vê-se que a química natural de um astro depende da intensidade de interações físicas e altas temperaturas em que o mesmo se encontra para que sejam processadas as interações de fusões de átomos e decaimentos de energia, e varia de astro para astro conforme a intensidade.

E CONFORME ESTA INTENSIDADE NUM DADO TEMPO AS FUSÕES SÃO MAIS PROCESSADAS COM MAIOR INTENSIDADES SURGINDO ELEMENTOS SEMPRE MAIS PESADOS.

A energia das estrelas é produto das interações físicas, fusões, decaimentos, saltos de elétrons, aglutinação de prótons, e átomos, e é onde surgem os elementos num processo lento e duradouro, sempre na produção de novos elementos químicos, onde é mantidos pelas interações a vida das estrelas e seu brilho, luz, temperatura, radiação e órbita.

PRESSÃO PLASMÁTICA.

POIS OS PROCESSOS FÍSICOS NO NÚCLEO DAS ESTRELAS ACONTECEM COM MAIOR INTENSIDADE POR ESTAR CONFINADO COM AS CAMADAS QUE CONSTITUI O ASTRO. E SE ENCONTRA SOB PRESSÃO TÉRMICA. QUE É PRODUZIDA PELO PRÓPRIO ASTRO.

A PRESSÃO TÉRMICA É A PRESSÃO DENTRO DO ASTRO, ONDE A ATIVIDADE DE PLASMA ESTÁ COM MAIOR INTENSIDADE. OCORRE ONDE SE ENCONTRA UMA INTENSA PRODUÇÃO DE INTERAÇÕES DE ENERGIA, FUSÕES, FISSÕES, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÕES.

A PRESSÃO TÉRMICA OU PRESSÃO PLASMÁTICA É QUE NÃO DEIXA O ASTRO E ESTRELA EXPLODIREM, E QUE MANTÉM O ASTRO PRODUZINDO TEMPERATURA E LUZ POR MUITO TEMPO. E GARANTE QUE AS FUSÕES E FISSÕES SE PROCESSAM E OS ELEMENTOS SE DESENVOLVEM E SE FORMAM.

O combustível nuclear de uma estrela está relacionado com o seu confinamento, ou seja, a capa ou camada que a envolve, onde a sua temperatura é aumentada acelerando suas interações de fusões, produção de energia, radiação, aglutinação e decaimentos nos átomos.

O hidrogênio é sintetizado e produzido nos núcleos das estrelas por fusões de partículas e cargas muitos menores, por isto que o hidrogênio é um dos mais abundantes na natureza.

Uma estrela tenderá a morrer conforme este confinamento vai diminuindo, perdendo altas temperaturas e intensidade de interações e fusões nucleares.

Vê-se que antes de surgir as estrelas, surgiu primeiro a matéria, pois do contrário de que seria as estrelas, e a partir da matéria começou a surgir as primeiras formas de matéria densa, como elétrons, prótons, núcleos, que com a condensação da matéria em núcleos começou a surgir as estrelas.

Só a partir dos núcleos das estrelas surgiu as altas temperaturas e as intensas interações, dando origem as fusões, e a aglutinação de prótons, onde os elementos químicos começaram a ser produzidos e a abundancia deles.

Assim temos.

Primeiro - a matéria sem densidade, e depois com densidade.

Segundo - os núcleos das estrelas com pouca densidade, para depois se tornar com alta densidade e altas temperaturas.

Terceiro - os prótons se formam, dando inicio ao átomo, que daí surgirá os elementos leves, para depois ser produzido os pesados.

Quarto - os elementos são produtos das interações, fusões, produção de energia, de altas temperaturas dos núcleos das estrelas e da evolução e formação da própria matéria.

CONCLUI-SE assim que os elementos químicos são produzidos por interações físicas, produção de energia, fusões em altas temperaturas, num processo constante, e que os elementos estão a todo o momento se produzindo nos núcleos dos astros.

E que a diferença na quantidade dos elementos são as fases mais intensas em que se passou a natureza processual do astro, onde naquela fase houve um grande e intenso gasto de energia, seguido de um menos intenso.

E está diferença na quantidade retrata que os elementos são produtos de condições de energia e altas temperaturas que os astros já passaram e este processo continua no seu interior. E evolui fora do núcleo do astro.

Toda a matéria é produto deste processo lento e constante, inclusive os prótons e os átomos. Como também os astros e as galáxias.

SOBRE A UNIFICAÇÃO E EQUIVALÊNCIA DOS FENÔMENOS FÍSICOS.

VARIAÇÕES DE FENÔMENOS POR TEMPERATURAS E POR COMPRESSÃO.

PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

As interações de fusões e produção de energia variam com a sua intensidade causada por compressão da matéria e acréscimo de temperatura, onde todos os outros fenômenos também variam nas suas intensidades, ou aumentando ou diminuindo conforme varia a temperatura ou a produção de energia numa partícula, elemento químico ou astro.

Vemos isto na compressão dos gases por acréscimo de temperatura, aceleração de astros quando próximos da radiação e temperatura do Sol, dilatação, saltos de elétrons de uma camada para outra, variação de calor e campo de astros, etc.

Ou seja, é mantida uma proporcionalidade de intensidade dos fenômenos conforme varia a produção de energia de uma partícula, ou astro. Isso se constata desde a luminosidade do astro até a formação dos elementos químicos.

Um comentário:

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    theory of cosmology and astronomy - gracelongênese

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